SURF E QUALIDADE DE VIDA

SURF E QUALIDADE DE VIDA

A Organização Mundial de Saúde (OMS) define Saúde como um completo estado de bem-estar físico, mental e social, e não meramente a ausência de doença.

A expressão qualidade de vida foi empregada pela primeira vez pelo presidente dos Estados Unidos Lyndon Johnson em 1964, ao declarar que “os objetivos não podem ser medidos através do balanço dos bancos. Eles só podem ser medidos através da qualidade de vida que proporcionam às pessoas”.

Não podemos avaliar a qualidade de vida apenas pela atividade física. Por exemplo, o que importaria ir de bike ao trabalho se as condições foram estressantes até chegar ao local de destino.

Independente de nação, cultura ou época, é importante que as pessoas se sintam bem psicologicamente, possuam boas condições físicas e sintam-se socialmente integradas e funcionalmente competentes. A espiritualidade,  religião  e crenças pessoais também são descritas

O IDH (índice de desenvolvimento humano) também é considerado um fator relevante. Florianópolis, por exemplo, tem o posto de primeiro lugar neste índice dentro do território nacional.  Ele avalia alguns fatores, como segurança da cidade, qualidade do transporte etc…

A sobrevivência material  mínima para o conforto básico  de saúde e de lazer  é de extrema importância, mas as pesquisas não relacionam muito dinheiro com muita melhora da qualidade de vida, e sim os costumes e assiduidade neles.

O Psiquiatra Flávio Gikovate relata ainda que FOCO, DISPOSIÇÃO, SUPERAÇÃO PESSOAL, HABILIDADE NO TRATO AO PRÒXIMO, E AINDA SER ABERTO  A INOVAÇÃO  E AS NOVAS IDÉIAS, também fazem parte deste contexto.

E não somente a prática esportiva, mas o quanto gosta desta prática que escolheu! Ou seja, simplesmente ter prazer no que faz, prazer no dia-dia, seja no trabalho, no lazer, no sono e até no ócio.  SIMPLESMENTE ESCOLHER O QUE TE SATISFAZ!

E o SURF?

SURF E QUALIDADE DE VIDA

Em um artigo publicado em 2011 sobre a Qualidade de vida relacionada à prática de atividade física de surfistas relata que a satisfação gerada, o alívio das tensões, a superação dos limites próprios, a busca de liberdade e o prazer são fatores favoráveis a qualidade de vida do surfista.

De acordo com este artigo, além dos surfistas praticarem atividade física de fato, deve-se levar em consideração características significativas desta modalidade, sintonizada com a natureza, desenvolvendo o corpo, a mente, e o espírito, aguçando a intuição e a sensibilidade que conectam o surfista com outras esferas da vida humana, tornando-se assim, um esporte com potencialidade para prolongar e melhorar a Qualidade de Vida. Ou seja, o ato de surfar, o contato com o mar, as ondas, o sol, faz o indivíduo presenciar momentos  sublimes, diferentes daqueles vividos no ambiente urbano.

Além disso, surfar na presença de amigos contribui para a manifestação do domínio social, que também faz parte das características avaliadas no contexto de qualidade de vida.

Enjoy your life!

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Camile Magalhães, fisioterapeuta, especialista em Afecções da Coluna Vertebral e em Fisiologia do Exercício. Proprietária de uma clínica de fisioterapia e qualidade de vida situada no bairro Itaim Bibi em São Paulo, pretende aqui deixar sua contribuição para a prevenção de lesões e estimular a busca de uma melhor qualidade de vida, através das últimas pesquisas científicas publicadas aliada a sua experiência de 15 anos trabalhando nesta área.

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