RECEITA: PÃO DE QUEIJO FUNCIONAL

Pra não deixar de comer aquele pãozinho de queijo delicioso, segue uma receita funcional. PÃO DE QUEIJO FUNCIONAL 500g de mandioquinha 500g de polvilho azedo 2 col. de chá de sal 3 col. de sopa de chia 150 ml de azeite Modo de preparo: Misture o polvilho com o azeite, o sal e a chia, até formar uma farofa. Adicione a mandioquinha e amasse bem. Adicione água aos poucos até a massa ficar gostosa de trabalhar e desgrudar das mãos. Faça bolinhas e coloque em uma assadeira untada, leve para assar em forno preaquecido a 180ºC, por aproximadamente 15 minutos, até que fiquem dourados. Rende cerca de 25 pães (pode congelar) Porção recomendada: 3 a 4 unidades. Nutricionista Carina Melo – Pós-graduada em Nutrição Clínica – Centro Universitário São Camilo; – Pós-graduanda em Nutrição Esportiva Funcional – Instituto VP Consultoria Nutricional; – Curso de Extensão Universitária em Cozinha Italiana – Senac parceria Alma – La Scuola Internazionale di Cucina Italiana – Itália – 2013; – Graduada em Tecnóloga em Gastronomia pela Universidade Anhembi Morumbi – 2012; – Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo – 2009. Contato: 11 98512-7097/ 3876-4440
10 ALIMENTOS DE ORIGEM VEGETAL RICOS EM PROTEÍNA

As proteínas são macromoléculas essenciais ao corpo humano, constituídas por uma ou mais cadeias de aminoácidos, que desempenham inúmeras funções como catalisação de reações metabólicas, replicação de DNA, resposta a estímulos, transporte de moléculas de um local para outro, possuem função construtora e reconstrutora de células e tecidos, desempenhos hormonais e de defesa. Além de poderem desempenhar papel energético quando necessário. Os aminoácidos são encontrados em diversas fontes alimentares tanto de origem animal quanto vegetal. Os alimentos de origem animal, são fontes de proteínas completas, ou seja, possuem todos os aminoácidos essenciais que os seres humanos necessitam, mas que não são capazes de produzir. Já os alimentos de origem vegetal, com exceção da soja, não possuem todos os aminoácidos essenciais. No entanto, existem algumas combinações alimentares que complementam os aminoácidos entre si, formando proteínas de alto valor biológico, como é o caso do arroz com feijão (cereal e leguminosa). Necessitamos de aproximadamente 1 grama por quilograma de peso corporal, segundo recomendações da FAO, a Organização Mundial de Saúde e a ONU. Ou seja, quem pesa 50 Kg deve consumir 50g. Para quem pratica atividades físicas os valores mudam um pouco. Segundo alguns estudos, atletas de resistência devem consumir cerca de 1,2 gramas por quilograma de peso corporal. E os atletas de força, de 1,6 a 1,8 gramas. Para quem é vegetariano, algumas vezes pode parecer difícil conseguir atingir essa quantia. Porém, as pessoas desconhecem que existem muitos outros alimentos de origem vegetal que são fontes proteicas, como as leguminosas, cereais, soja e seus derivados, castanhas e sementes, vegetais e frutas. VEJA ALGUMAS OPÇÕES: CHIA Esta semente é riquíssima em inúmeros nutrientes como proteína, cálcio, ferro, vitaminas do complexo B, vitamina A, fibras e ômega 3. Em 100g da semente, há 16g de proteína. AMARANTO O grão possui cerca de 15% de proteínas com alto teor biológico, é fonte de cálcio biodisponível (melhor absorção no organismo), fibras, zinco, fósforo e outros nutrientes. Não contém glúten, sendo uma excelente opção para os celíacos (pessoas com intolerância ao glúten). Quase não tem gosto, o que é muito bom, pois a farinha pode ser usada em várias misturas sem comprometer o sabor das preparações. QUINOA Este grão possui em sua estrutura 14,12g de proteína. Porém, quando cozida a quantidade cai para 4,40g. É também uma ótima opção por conta da versatilidade que oferece. Você pode acrescentá-la à sopa, aos molhos, ás frutas, à salada etc. GRÃO DE BICO O alimento quando cru oferece uma quantidade altíssima de proteína (19,30g), mas quando cozido o número cai drasticamente (8,86g). Também existe a opção de usar o grão de bico como farinha. E então, como não há a necessidade de cozinhar o alimento, a quantidade de proteína permanece alta (22,39g). Além disso, o grão é muito rico em outros nutrientes como magnésio e potássio, por exemplo. GERGELIM Você talvez nunca tenha imaginado, mas o gergelim pode dar uma turbinada incrível na sua reserva de proteína. A semente carrega 17,73g e, mais uma vez, a farinha apresenta uma quantidade do nutriente bem alta: 40,32g. SEMENTE DE GIRASSOL Mais potente do que o gergelim, a semente de girassol fornece 20,78g de proteína e a farinha parcialmente desengordurada proporciona 48,06g. Você pode utilizar a semente nas saladas, fazer patê, inventar cookies, etc. FEIJÃO Não é surpresa para ninguém que o feijão é uma boa fonte de proteína. Dependendo do tipo de feijão, a quantidade do nutriente varia um pouco. O preto e o vermelho oferecem um pouco mais de proteína. Mas em média, a leguminosa tem cerca de 8g quando cozida. NOZES Qualquer noz terá uma boa quantidade de proteína, mas as mais interessantes nesse quesito são: amêndoa (21,15g), pistache (20,27g) e castanha de cajú (18,22g). O que é realmente válido é fazer um mix desses frutos, assim você consegue obter de cada um deles o melhor que têm para oferecer. Só não exagere, pois as nozes são ricas em gorduras. Por isso, prefira-as secas. EDAMAME Você talvez nunca tenha ouvido falar de edamame, mas esse alimento é simplesmente a soja verde, ainda dentro da vagem. O grão fornece 10,88g e pode ser consumido, além da forma de grão, como massa e patê, por exemplo. SOJA É possível consumir soja através de vários alimentos como o leite de soja, tofu, iogurte de soja, queijo cottage de tofu e soja em grão. Todas estas variedades têm uma boa quantidade de proteínas. Para atingir o consumo diário, basta, por exemplo, consumir apenas 25 gramas diários de proteína de soja. A soja cozida tem 3,3 g de proteína a cada colher de sopa. Nutricionista Carina Melo – Pós-graduada em Nutrição Clínica – Centro Universitário São Camilo; – Pós-graduanda em Nutrição Esportiva Funcional – Instituto VP Consultoria Nutricional; – Curso de Extensão Universitária em Cozinha Italiana – Senac parceria Alma – La Scuola Internazionale di Cucina Italiana – Itália – 2013; – Graduada em Tecnóloga em Gastronomia pela Universidade Anhembi Morumbi – 2012; – Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo – 2009. Contato: 11 98512-7097/ 3876-4440
RECEITA – QUIBE DE ABÓBORA COM QUINOA

Ingredientes: 250g de abóbora cozida e amassada (usei a abóbora kabotian) 80g de quinoa 1/2 cebola picada Sal a gosto (usei sal do himalaia) Suco de limão a gosto Pimenta Síria Tempero verde picadinho a gosto (uso salsinha, cebolinha, tomilho) Azeite de Oliva a gosto Pimenta do reino à gosto Opções de recheio Cebola roxa caramelizada (é o que eu mais uso e fica deliciosa), Requeijão de tofu, castanha, legumes, verduras ou cogumelos. Modo de preparo: Deixe a quinoa de molho em água por 8 horas. Coloque a abóbora para cozinhar. Em uma panela separada, cozinhe a quinoa ou prepare no vapor (fica mais seca e mantém todos os nutrientes e ajuda na textura final). Quando ambas estiverem cozidas despreze a água da abóbora e deixe a quinoa em uma peneira e deixar escorrer bem a água. Amasse a abóbora, adicione a quinoa (reserve uma pequena quantidade) e os demais ingredientes. Ajuste os temperos à gosto. Faça uma camada com metade da abóbora, adicione o recheio de sua prederência e coloque o restante. Polvilhe um pouco de quinoa pré-cozida por cima e leve em forno médio por 30 minutos. QUINOA A quinoa possui cerca de 15% de proteínas, valor superior aos outros cereais, contribuindo na recuperação muscular e ganho de massa magra, sendo indicado para praticantes de atividade física e idosos. Além disso é fonte de cálcio biodisponível, que é melhor absorvida pelo nosso organismo. Podemos ainda destacar a presença de 20 aminoácidos diferentes, como a lisina que ajuda a fortalecer o sistema imunológico e na melhora da memória. Os fitoestrógenos presentes na quinoa podem amenizar os sintomas da TPM e menopausa, sendo indicado para mulheres neste período. Excelente fonte de fibra, contribuindo para a diminuição do colesterol e promovendo maior saciedade.
O QUE COMER NA CEIA – ANTES DE DORMIR

O que comer na Ceia? Para muitos, o jantar e a ceia são as refeições que mais conferem algum receio do dia. Afinal, durante a noite o organismo funciona em ritmo mais lento e, portanto, a escolha errada dos alimentos nesse período pode prejudicar a qualidade do sono, além de contribuir para o aumento do peso corporal. Ao contrario do que muitos pensam a refeição antes de dormirmos é de extrema importância. Quando dormimos nosso corpo tende a ficar grande tempo sem receber nutrientes o que faz com ele entre em estado de catabolismo que é onde perdemos massa magra, comer da forma correta antes de dormir faz com que nosso corpo evite ou retarde esse estado catabolico continuando a receber nutrientes durante as horas de sono. Uma boa alimentação “pré-sono” consiste na ingestão de proteínas e gorduras boas, essa combinação faz com que haja digestão lenta dos nutrientes garantindo corrente constante de aminoácidos que garantirão a síntese proteica, o crescimento muscular e manutenção da massa magra. Lembrando também que as gorduras boas beneficiarão na produção dos hormônios de crescimento e testosterona, destacando que essa produção ocorre de forma mais intensa enquanto dormimos, e de forma mais constante nas primeiras 3 horas de sono. E para garantir uma noite de sono mais tranquila, opte por alimentos ricos em proteína, em triptofano e em vitamina B6, que atuam no ciclo da melatonina e ajudam na qualidade do sono. É importante lembrar que a ceia também deve ser feita um período antes de ir para cama. “Por exemplo, se o jantar for às 20h, o ideal seria fazer a ceia perto das 22h30, pois o organismo precisa fazer a digestão adequada dos alimentos para garantir uma boa noite de sono”. Evitar alimentos gordurosos e estimulantes como alimentos e suplementos a base de cafeína, refrigerantes, bebidas estimulantes como guaraná, café, chocolate e chá preto não são indicados, pois eles estimulam o sistema nervoso central, dificultando a capacidade de relaxamento. Prefira alimentos leves, assim como mamão, maçã, pera e melão, acompanhados de um chá de camomila, são boas opções para uma noite de sono tranquila e relaxada. Além disso, a aveia também é uma boa opção para a ceia, assim como as castanhas e o abacate, que possuem gorduras boas. Caso opte por um sanduíche, prefira pães 100% integrais, pois além de serem uma fonte de carboidratos, eles também oferecem grandes quantidades de fibras que, associadas a uma boa hidratação, ajudam a manter o trânsito intestinal em dia. Nutricionista Carina Melo – Pós-graduada em Nutrição Clínica – Centro Universitário São Camilo; – Pós-graduanda em Nutrição Esportiva Funcional – Instituto VP Consultoria Nutricional; – Curso de Extensão Universitária em Cozinha Italiana – Senac parceria Alma – La Scuola Internazionale di Cucina Italiana – Itália – 2013; – Graduada em Tecnóloga em Gastronomia pela Universidade Anhembi Morumbi – 2012; – Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo – 2009. Contato: 11 98512-7097/ 3876-4440
DIA DO LIXO, FUNCIONA OU NÃO?

A dieta é definida por uma alimentação balanceada e que forneça todos os tipos de nutrientes que o corpo precisa. Deve haver o consumo de proteínas, frutas e verduras, mas também de fontes de proteínas, açúcar e gorduras. Desta forma o caminho para ter um cardápio saudável é equilibrar e controlar todos os tipos de alimento. Quando você faz uma dieta e ingere um número pequeno de calorias, o seu organismo entende que, como não está tendo uma reposição muito grande de energia, deve poupar e então começa a trabalhar mais lentamente. Isso acontece devido à redução dos níveis de Leptina (agente regulador de fome e metabolismo do organismo), com isso, você queima menos calorias. Por mais que haja um grande acúmulo de gordura corporal, as células do tecido adiposo já estão esgotadas. Há uma queda do metabolismo e consequentemente redução da queima de gordura corporal. O dia do lixo serve para “enganar” o organismo, dando a ele um número maior de calorias e mostrando que ele pode acelerar o metabolismo novamente. No momento que você ingere uma quantidade maior de calorias em relação ao que estava consumido nos outros dias, o corpo percebe que não corre o risco de faltar energia e pode retornar a ser mais rápido. Na realidade, esta prática do dia do “lixo” envolve muito mais a parte psicológica do que a parte física do corpo. Seria como um “prêmio” por ter seguido a dieta restrita durante toda a semana. Porém, devemos ficar atentos à expectativa gerada antes do “grande dia” em consumir alimentos ricos em açúcar e gordura, pois pode facilmente ocorrer grandes exageros, que levam a ansiedade, podendo causar até sérios transtornos alimentares. Esse dia pode funcionar se você tiver controle, como em todos os outros dias da dieta. Você pode, sim, colocar tudo a perder se consumir calorias de forma exagerada nesta data. Mesmo no dia livre, tudo deve ser consumido na medida certa. Assim, você chega com segurança ao seu peso ideal e a uma educação alimentar e o bom relacionamento com o alimento para uma vida toda. Quando indico as “refeições livres” normalmente aumento a quantidade dos alimentos que o paciente já consome e acrescento alguma guloseima em pequena quantidade. Sendo assim, é claro que “escapulir” da dieta é normal, nos ajuda a manter a vida social e a não virarmos refém da nossa alimentação, por isso também faz parte da vida saudável. Mas sempre com cautela para não tornar desta “escapulida” um evento, e acabar levando a atos de compulsão. Para decidir se o dia do lixo é bom ou não, você terá que avaliar qual é o objetivo da sua dieta. É para aumentar a massa muscular e perder gordura? É para reduzir ou controlar o peso? É indicado que você tenha o acompanhamento de uma nutricionista, para auxiliar e indicar qual é o melhor método para obter os resultados que você quer. Nutricionista Carina Melo – Pós-graduada em Nutrição Clínica – Centro Universitário São Camilo; – Pós-graduanda em Nutrição Esportiva Funcional – Instituto VP Consultoria Nutricional; – Curso de Extensão Universitária em Cozinha Italiana – Senac parceria Alma – La Scuola Internazionale di Cucina Italiana – Itália – 2013; – Graduada em Tecnóloga em Gastronomia pela Universidade Anhembi Morumbi – 2012; – Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo – 2009. Contato: 11 98512-7097/ 3876-4440
Como desintoxicar seu organismo depois dos exageros pós carnaval!

Na agitação do Carnaval, em meio à correria e ansiedade para não perder um minuto de diversão, é comum o consumo abusivo de alimentos muito gordurosos e principalmente de bebidas alcoólicas, sobrecarregando assim todo o organismo, em especial o fígado, que é responsável pela desintoxicação do organismo. A consequência de tudo isso é uma boa ressaca na quarta-feira de cinzas acompanhada de muita dor de cabeça, cansaço, indisposição, e desidratação pós-folia. O organismo precisa passar por um processo de desintoxicação ao retornar à rotina normal, para isso se faz necessária uma dieta equilibrada e saudável, pelo menos nos três dias após o carnaval, para auxiliar na desintoxicação. Para isso, comece pela hidratação, consuma bastante líquido, incluindo água mineral, água de coco e sucos naturais. Esses líquidos, em especial a água de coco, aceleram o processo de desintoxicação e repõem os minerais perdidos durante a transpiração. Refeições leves podem ser realizadas de três em três horas para tentar manter adequado o metabolismo que se descontrolou, optando sempre por refeições a base de leites e derivados desnatados e muitas frutas, verduras e legumes. Inclua alimentos integrais que auxiliarão no processo de desintoxicação do organismo e no bom funcionamento intestinal, geralmente irregular após tantos exageros. E alimentos que melhorem o seu sistema imunológico e mantenham o bem estar do organismo, como: a cenoura, acerola, frutas cítricas, vegetais folhosos verdes escuros – couve, brócolis, espinafre, gema de ovo, castanhas, alho, leites fermentados e iogurtes. Aqui vai uma dica de suco para ajudar na ressaca. Repleto de benefícios, vitaminas e minerais, além de ser delicioso. A couve possui enzimas que favorecem a drenagem de toxinas e auxilia na desintoxicação feita pelo fígado e a dar mais energia, além disso, é rica em vitamina C, melhorando a imunidade. O melão tem alto teor de água e minerais, ajudando na hidratação. A água de coco é um excelente repositor de sais minerais e o gengibre e a hortelã são antieméticos, ajudando contra o enjoo. Anote: 2 folhas de couve 1 fatia média de melão 100 ml de água de coco 1 rodela de gengibre 3 folhas de hortelã Modo de preparo: Bater todos os ingredientes no liquidificador e tomar em seguida. Prefira não coar, para aproveitar melhor os nutrientes e fibras presentes no suco. . Nutricionista Carina Melo – Pós-graduada em Nutrição Clínica – Centro Universitário São Camilo; – Pós-graduanda em Nutrição Esportiva Funcional – Instituto VP Consultoria Nutricional; – Curso de Extensão Universitária em Cozinha Italiana – Senac parceria Alma – La Scuola Internazionale di Cucina Italiana – Itália – 2013; – Graduada em Tecnóloga em Gastronomia pela Universidade Anhembi Morumbi – 2012; – Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo – 2009. Contato: 11 98512-7097/ 3876-4440
O SURF E A ALIMENTAÇÃO PRÉ TREINO

O Surf é um esporte que exige um gasto energético maior, destinado a própria sustentação, locomoção e equilíbrio do corpo em cima da prancha, somados a uma necessidade de manutenção da temperatura corporal. Pelo fato das necessidades nutricionais estarem aumentadas, é necessário uma atenção especial com a alimentação e refeições pré e pós-treino. Evite iogurtes, laticínios, bolos e alimentos de difícil digestão. É também recomendado evitar alimentos gordurosos e frituras, pois levam mais tempo para completarem a digestão, assim como, feijão, soja, grão de bico, couve-flor, pois se não mastigados adequadamente a digestão pode ser mais lenta, ocasionando a formação de gases e um desconforto gástrico. É muito importante realizar o seu pré-treino 40-30 minutos antes de entrar no mar e nunca treinar em jejum, assunto de extrema importância abordado no post anterior. Os alimentos têm que ser de fácil digestão e também têm que garantir energia de forma lenta e constante, ou seja, devem ser fontes de carboidrato de baixo índice glicêmico. Como, por exemplo, as frutas, suco de frutas ou frutas secas que devem ser combinadas com algum cereal, sementes ou oleaginosas, para que o carboidrato presente nas frutas sejam absorvidos mais lentamente. Veja os seguintes exemplos: – Banana com aveia em flocos; – Suco de melância com semente de chia; – Damascos com castanhas do Brasil; – Creme de açaí com castanhas. Outras opções são: – Os tubérculos como a batata doce, mandioca (tapioca), inhame cozidos ou assados que também podem ter algum complemento como azeite, óleo de coco, ervas frescas (orégano, manjericão, tomilho, entre outras) e especiarias (canela, cúrcuma, pimenta, curry). São ótimas opções fornecendo energia de forma lenta e constante (carboidrato de baixo índice glicêmico) ao longo do treino; – As massas integrais, pão integral, torrada integral com algum complemento que pode ser geleia de frutas, azeite, patês, óleo de coco; – Frutas desidratadas, banana passa, damascos, tâmaras, entre outras, são boas pedidas. Além do esforço físico requerido pela própria atividade, a radiação solar acelera a perda de água, levando o surfista à hipohidratação ou até mesmo à desidratação. É importante beber água à vontade (1 copo de 250ml no mínimo a cada hora) nas 24 horas que antecedem o dia do surf. Pode-se usar também uma mistura de suco de fruta e água de côco, se tiver um dia muito quente, cuidando da hidratação e como repositor de sais minerais perdidos no suor durante o treino. Procure um nutricionista funcional e ele irá também aconselhar a dieta certa para o seu perfil e seu cotidiano! Nutricionista Carina Melo – Pós-graduada em Nutrição Clínica – Centro Universitário São Camilo; – Pós-graduanda em Nutrição Esportiva Funcional – Instituto VP Consultoria Nutricional; – Curso de Extensão Universitária em Cozinha Italiana – Senac parceria Alma – La Scuola Internazionale di Cucina Italiana – Itália – 2013; – Graduada em Tecnóloga em Gastronomia pela Universidade Anhembi Morumbi – 2012; – Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo – 2009. Contato: 11 98512-7097/ 3876-4440
CAUSAS E EFEITOS PRA QUEM TREINA/SURFA EM JEJUM

O Surf apresenta-se como um esporte em crescente expansão, que conta cada vez mais com amparo científico para otimizar o desempenho dos praticantes. A ciência da nutrição vem agregando conhecimento nesta área esportiva e possibilitando aumento de rendimento dos surfistas. A alimentação do surfista deve ser saudável e sempre corresponder a sua necessidade individual diária. Através de uma alimentação balanceada o surfista preservará sua composição corporal, fortalecer o sistema imunológico, aumentando sua resistência ao treino. Uma alimentação desbalanceada atrelada ao treinamento significa baixo rendimento. Combinar alimentos e escolher alimentos corretos não é uma tarefa difícil, mas deve ter uma atenção especial. O Surf exige energia, a energia proveniente dos alimentos, para uma melhor performance durante a prática do esporte. As necessidades nutricionais são aumentadas no Surf, devido o valor do gasto energético que o corpo utiliza para a sustentação e locomoção do próprio corpo, além da manutenção da temperatura corporal e equilíbrio em águas agitadas. O treinamento em jejum não é recomendado, pois quando dormimos, a velocidade com que nosso organismo funciona (taxa metabólica) diminui, por estarmos em repouso. Entretanto, ao acordarmos imediatamente exigimos um aumento da taxa metabólica. Numa situação de exercício, serão necessárias mais calorias para sustentar a movimentação habitual mais a exigida pelo esporte. Sem alimento no organismo, vamos consumir nossa própria massa muscular para gerar energia, processo conhecido como catabolismo. Muitas pessoas não conseguem comer nada quando acordam – um péssimo hábito que com o tempo afeta o sistema imunológico. Começando a ficar fracos, gripados e assim por diante. É importante não esquecer que a massa muscular é que alimenta o sistema imunológico, ou seja, os músculos são providos de aminoácidos de cadeia ramificada e glutamina, além de outros elementos. A glutamina é o aminoácido responsável pela nossa imunidade. Quando o nível desse aminoácido cai e não é reabastecida adequadamente por meio dos alimentos, começamos a consumir a energia proveniente dos nossos músculos, por isso é importante evitar cair na água em jejum. Nutricionista Carina Melo – Pós-graduada em Nutrição Clínica – Centro Universitário São Camilo; – Pós-graduanda em Nutrição Esportiva Funcional – Instituto VP Consultoria Nutricional; – Curso de Extensão Universitária em Cozinha Italiana – Senac parceria Alma – La Scuola Internazionale di Cucina Italiana – Itália – 2013; – Graduada em Tecnóloga em Gastronomia pela Universidade Anhembi Morumbi – 2012; – Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo – 2009. Contato: 11 98512-7097/ 3876-4440
NUTRIÇÃO ESPORTIVA E SEUS BENEFÍCIOS

A minha consulta com a Nutricionista esportiva Carina Melo foi um sucesso, e agora ela explica pra gente, desde o início, sobre a nutrição esportiva: A nutrição é um dos fatores mais importantes para um bom rendimento no exercício físico. O esforço intenso e o consumo energético do treinamento e da competição desportiva impõem exigências incomuns na dieta do atleta. Sabe-se que os benefícios do exercício desaparecem com o esgotamento e a falta de treinamento. O exercício extenuante causa dano muscular e induz a elevação de enzimas, bem como promove a formação de radicais livres e outras espécies reativas que causam dano tecidual. Essas espécies, além de contribuir para danos tissulares e celulares, podem prejudicar o desempenho do atleta ou praticante de exercício físico se o consumo de macro e micronutrientes não estiver adequado ao seu exercício e/ou esporte e, ainda, de acordo com a duração, intensidade e frequência dos mesmos. A Nutrição Esportiva Funcional consiste na área da nutrição que prioriza a individualidade especifica de cada organismo e como a atividade física exercida, tempo de atividade e intensidade da mesma relaciona-se com a alimentação. Considera a interação entre todos os sistemas do corpo, incluindo as relações que existem entre o funcionamento físico e aspectos emocionais. Basea-se no tratamento na individualidade fisiológicas e bioquímicas do organismo, de acordo com cada paciente compreendendo a interação que existe entre todos os sistemas do corpo em conjunto com as características dos nutrientes, considerando os perfis genéticos, bioquímicos, metabólicos e estilo de vida para promover a melhora e/ou manutenção da sua saúde e a melhorar o desempenho e a recuperação pós-exercício. A nutrição apropriada constitui o alicerce para o desempenho físico: o alimento proporciona também os elementos essenciais para a síntese de novos tecidos (músculos, ossos e gordura) e auxilia na recuperação de lesões ou traumas eventualmente provocados pelo mesmo. As necessidades nutricionais, porém, são diferentes de um indivíduo para o outro em função de alguns fatores como idade, sexo, peso, altura, patologias e o tipo de atividade física realizada. O diagnóstico individual é importante, pois o corpo humano é uma máquina complexa e singular formada por cerca de 100 trilhões de células, compostas exclusivamente por nutrientes e fitoquímicos encontrados nos mais variados alimentos, que são responsáveis pela execução de todas as funções do organismo. Então conhecer a relação entre nutrientes, fitoquímicos e o corpo é a base para se detectar desequilíbrios funcionais, ou alterações das funções orgânicas, causadas por carências nutricionais, sobrecarga do sistema imunológico, e diminuição da capacidade do organismo de eliminar toxinas. Veja alguns dos desequilíbrios que podem ser melhorados com a nutrição funcional: Queda no rendimento e desempenho do atleta/praticante de exercícios físicos; Dor de cabeça, falhas de memória e dificuldade de concentração; Ansiedade, irritação, alteração de humor e compulsão alimentar por carboidratos; Queda de cabelo, unhas fracas, rugas, celulite e flacidez; Falta de energia e motivação, cansaço constante e depressão; Retenção de líquidos, problemas circulatórios e varizes; Alergias, cândidiase ou cistite de repetição, baixa imunidade; Constipação, gases, estufamento ou diarréia; Dores articulares, gastrite, azia; Sobrepeso ou obesidade, dificuldades em ganhar massa magra ou perder gordura; Doenças como câncer, hipercolesterolemia, esteatose hepatica, doença celíaca, diabetes, hipotireoidismo, intolerância a lactose, alergias alimentares, entre outros. Nos dias de hoje, a maioria das pessoas apresenta um alto nível de estresse, não se alimenta corretamente e quando o faz procura alimentos de baixo valor nutricional. Por isso, muitas vezes há a necessidade de uma suplementação para complementar a alimentação rotineira diária. Cabe ao nutricionista montar uma dieta adequada para determinado indivíduo e de acordo com a sua necessidade prescrever uma suplementação quando necessário. – Pós-graduada em Nutrição Clínica – Centro Universitário São Camilo; – Pós-graduanda em Nutrição Esportiva Funcional – Instituto VP Consultoria Nutricional; – Curso de Extensão Universitária em Cozinha Italiana – Senac parceria Alma – La Scuola Internazionale di Cucina Italiana – Itália – 2013; – Graduada em Tecnóloga em Gastronomia pela Universidade Anhembi Morumbi – 2012; – Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo – 2009. Contato: 11 98512-7097/ 3876-4440