O QUE COMER ANTES DE DORMIR?

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Acho que essa é uma das maiores dúvidas que as pessoas tem quanto a alimentação. Antes de tudo o ideal é calcular o seu jantar e a hora de deitar, para que não tenha fome nesse horário. Reflita se há necessidade de ajustar o horário ou a quantidade do jantar, caso a fome antes de dormir seja uma constante. Evite nesse horário alimentos refinados como: torradas, biscoitos ou frutas ricas em frutose como manga, banana ou uva; Evite também alimentos como granola, mel ou suco de frutas. O ideal é escolher alimentos que não façam grandes aumentos de glicose e consequentemente de insulina no organismo; As escolhas variam de acordo com as estratégias da sua dieta, tolerâncias individuais e preferenciais alimentares. Mas vou listar alguns alimentos que podem ser interessantes para um lanchinho nesse horário: Lascas de coco: já tem para vender pronta, ou corte e congele;  Abacate: experimente amassar e misturar stévia ou xilitol; Iogurte: procure marcas puras, com menos conservantes e você pode bater com frutas vermelhas Castanhas: amêndoas, cajú, pará- só não exagere!; Whey protein: caso use, treine e goste – dá para criar receitas como bolinhos ou brigadeiro usando a proteína como base; Caso o seu gosto seja por frutas, opte pelas com menos açúcar como maracujá, morango, mirtilo, ameixa; Leite de castanhas ou coco: com canela e stévia ou puro. Leite de arroz não! É concentradíssimo em carboidratos; Chocolate amargo: uma porção pequena, de preferência sem açúcar (e sem sucralose) ou com açúcar de coco. Aqui há algumas idéias, mas como tudo depende das estratégias e objetivos. Sempre procure um nutri para te ajudar a criar diferentes possibilidades.   – Pós-graduada em Nutrição Clínica – Centro Universitário São Camilo; – Pós-graduanda em Nutrição Esportiva Funcional – Instituto VP Consultoria Nutricional; – Curso de Extensão Universitária em Cozinha Italiana – Senac parceria Alma – La Scuola Internazionale di Cucina Italiana – Itália – 2013; – Graduada em Tecnóloga em Gastronomia pela Universidade Anhembi Morumbi – 2012; – Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo – 2009.  

QUAIS AS FONTES DE PROTEÍNAS VEGANAS?

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Ter uma alimentação vegana sem consumir nenhum tipo de alimento animal, muitas vezes pode gerar uma questão: Como obter proteínas sendo vegano? Será que é possível absorver as quantidades seguras no veganismo? A resposta é que sim! É totalmente possível ser um vegano e absorver uma quantidade saudável de proteínas fundamentais para o bom funcionamento do corpo. Ser vegano é sim sinônimo de comer bem e ingerir as substâncias nutrientes necessários para o bom funcionamento do organismo. É possível consumir a dose certa de proteínas necessárias sem precisar comer nada vindos de animais. Há várias fontes em vegetais e legumes, que por muitas vezes ultrapassa a quantidade em fontes de proteína animal. Por exemplo, 100g de grão de bico possui quase o dobro de proteína do que contém em um ovo. Para quem é vegano ou para vezes que quer variar na alimentação, há várias opções como consta na foto que são saudáveis, podem ser consumidas em pós treino e até mesmo na substituição da carne em sua refeição. Na imagem, em sentido horário: tofu, soja orgânica, abacate, brócolis, amêndoa, espinafre, feijões, chia, grão-de-bico, cogumelo, aspargo, lentilha, couve-flor, quinoa, leite de soja  e aveia.   – Pós-graduada em Nutrição Clínica – Centro Universitário São Camilo; – Pós-graduanda em Nutrição Esportiva Funcional – Instituto VP Consultoria Nutricional; – Curso de Extensão Universitária em Cozinha Italiana – Senac parceria Alma – La Scuola Internazionale di Cucina Italiana – Itália – 2013; – Graduada em Tecnóloga em Gastronomia pela Universidade Anhembi Morumbi – 2012; – Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo – 2009. Contato: 11 98512-7097/ 3876-4440

SAIBA MAIS SOBRE O WHEY VEGANO/VEGETARIANO

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A proteína é o macronutriente mais importante para o corpo. No entanto, atualmente, nossa alimentação é rica em carboidratos, e um número crescente de estudos mostra que o consumo de proteína na nossa dieta é cada vez menor. Estudos recentes mostram que ter uma alimentação rica em proteínas está relacionado com a redução do estresse oxidativo, com a manutenção da massa muscular, a diminuição da prevalência da obesidade, a melhora da resistência à insulina, a diminuição da hemoglobina glicada, a diminuição do risco cardiovascular e até com a melhora imunológica. O whey protein é um dos principais suplementos proteicos utilizados por praticantes de atividades físicas ou atletas. E tanto há as opções mais comuns feita com base da proteína do soro do leite como também opções veganas que são ideais para quem tem intolerância ou alergia a lactose e glúten e como pessoas adeptas ao veganismo e vegetarianismo. As proteínas vegetais, como a proteína de arroz e proteína de ervilha, da soja, e até de certos tipos de feijões, que ajudará na recuperação dos músculos e a equilibrar os nutrientes do organismo que requerem atenção especial com a prática de exercícios físicos oferecem as mesmas propriedades que o whey comum com o ganho de massa muscular e aumentando o aporte proteico da alimentação, segundo o Journal of the International Society of Sports Nutrition. Os suplementos de proteínas veganas fornecem todos os aminoácidos essenciais que o organismo não é capaz de produzir, e que devem ser obtidos através da alimentação ou suplementos. Além disso, o produto têm um ótimo custo benefício e é versátil e fácil de ser consumido em diversas receitas. – Pós-graduada em Nutrição Clínica – Centro Universitário São Camilo; – Pós-graduanda em Nutrição Esportiva Funcional – Instituto VP Consultoria Nutricional; – Curso de Extensão Universitária em Cozinha Italiana – Senac parceria Alma – La Scuola Internazionale di Cucina Italiana – Itália – 2013; – Graduada em Tecnóloga em Gastronomia pela Universidade Anhembi Morumbi – 2012; – Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo – 2009. Contato: 11 98512-7097/ 3876-4440

SUPLEMENTAÇÃO ALIMENTAR NO SURF. É NECESSÁRIO?

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Foto: @rafaleforte A alimentação do surfista deve ser saudável e sempre corresponder a sua necessidade individual diária. Através de uma alimentação balanceada o surfista preservará sua composição corporal, aumentando sua resistência ao treino, retardando o cansaço e o mais importante promovendo a melhora de seu desempenho. O surf e outros esportes aquáticos exigem necessidades nutricionais aumentadas, devido o valor do gasto energético que o corpo utiliza para a sustentação e locomoção do próprio corpo, além da manutenção da temperatura corporal e equilíbrio em águas agitadas. Para ter um melhor rendimento físico é necessário ingerir os nutrientes necessários, assim poderá aumentar seu sistema imunológico, seus níveis de energia, sua potência muscular, sua concentração e reduzir gorduras de maneira saudável. Os suplementos alimentares são alimentos elaborados para suprir as necessidades de nutrientes para a prática de atividade física, como também para complementar dietas alimentares inadequadas e para aumentar o rendimento num determinado esporte. Tanto no surfe como em qualquer esporte é importante manter uma alimentação rica em carboidratos, pois eles são os combustíveis perfeitos para nosso corpo. Os carboidratos fornecerão energia para que o surfista possa ter um bom desempenho e aguente mais tempo dentro d’água. Às vezes não conseguimos a quantidade suficiente de carboidratos nos alimentos, por isso é importante recorrermos à suplementação. Nada mais prático para um surfista do que um energético em gel, pois estes são leves, de fácil transporte e podem ser levados para a areia e consumidos antes de entrar na água. Os energéticos em gel são de rápida e fácil digestão, são ideais para aquelas horas em que não há tempo para comer. Esportistas precisam de mais vitaminas e minerais do que pessoas sedentárias. O corpo necessita de vitaminas e minerais para praticamente todos os movimentos básicos. Os multivitamínicos fornecem energia para os músculos trabalhados e auxiliam na recuperação muscular. Sem as vitaminas e minerais adequados, essas funções básicas do corpo não encontram espaço para agir. Os suplementos proteicos, como  whey protein é rapidamente absorvido pelo organismo e é uma proteína completa, de altíssima qualidade, com altas concentrações de todos os aminoácidos essenciais. Além de ser importante como um reparador dos danos dos tecidos musculares, o whey é bastante eficiente na redução da gordura corporal. Ele fornece energia aos músculos trabalhados durante o surfe. Por ser de rápida absorção quando usado depois de pegar onda, o whey vai rapidamente para o músculo, sendo excelente para a recuperação muscular. O primeiro passo para quem quer suplementar é procurar um nutricionista. Com certeza ele solicitará uma série de exames clínicos e laboratoriais. Após os resultados dos exames ele fará um questionário generalizado dos seus hábitos alimentares, calculará o seu gasto de energia diária, medira o seu percentual de gordura no corpo e o percentual de massa magra. A partir daí ele prescreverá os suplementos dentro das suas necessidades energéticas. Não faça uso de suplementos sem orientação. Nutricionista Carina Melo – Pós-graduada em Nutrição Clínica – Centro Universitário São Camilo; – Pós-graduanda em Nutrição Esportiva Funcional – Instituto VP Consultoria Nutricional; – Curso de Extensão Universitária em Cozinha Italiana – Senac parceria Alma – La Scuola Internazionale di Cucina Italiana – Itália – 2013; – Graduada em Tecnóloga em Gastronomia pela Universidade Anhembi Morumbi – 2012; – Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo – 2009. Contato: 11 98512-7097/ 3876-4440

RETENÇÃO HÍDRICA

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A retenção de líquidos é um problema que atinge muita gente, principalmente as mulheres. As causas são as mais variadas, podendo ser por questões hormonais, renais, cardiológicas, alimentares, posturais ou até mesmo pelo calor. É importante consultar um médico especializado para verificar a causa, caso seja alimentar, consultar um nutricionista para que mudanças na alimentação sejam realizadas. Algumas dicas: Diminuir a ingestão de sódio, muito presente em embutidos, alimentos em conserva, industrializados, refrigerantes; Tomar cuidado com a quantidade de sal; Aumentar o consumo de frutas, verduras e legumes; Fazer exercícios físicos (com a orientação de um profissional) e ingerir líquidos para ajudar na circulação. Algumas frutas, verduras, legumes e ervas são consideradas diuréticas, funcionando como nossas aliadas contra a retenção de líquidos, ajudando ainda a eliminar toxinas. A  melancia, melão, abacaxi, maracujá, agrião, salsa, aipo, rúcula, abobrinha, alface, pepino, coentro, hortelã e tomilho são alguns exemplos que possuem essa ação diurética, além de serem ricos em vitaminas e minerais. O consumo desses alimentos associados à uma alimentação saudável e a prática de exercícios físicos ajudam a amenizar essa sensação de inchaço. Nutricionista Carina Melo – Pós-graduada em Nutrição Clínica – Centro Universitário São Camilo; – Pós-graduanda em Nutrição Esportiva Funcional – Instituto VP Consultoria Nutricional; – Curso de Extensão Universitária em Cozinha Italiana – Senac parceria Alma – La Scuola Internazionale di Cucina Italiana – Itália – 2013; – Graduada em Tecnóloga em Gastronomia pela Universidade Anhembi Morumbi – 2012; – Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo – 2009. Contato: 11 98512-7097/ 3876-4440  

BENEFÍCIOS DO INHAME

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Quando se fala de ganho de massa muscular e lanches de treino, o mais comum é falar da famosa BATATA DOCE, porém ela não é a única opção para esse objetivo, o inhame também pode ser utilizado. Assim como a batata doce, ele é um carboidrato complexo, de baixo índice glicêmico e também rico em fibras, por isso ele vai causar a sensação de saciedade por mais tempo e é importante também para pessoas que buscam a perda de peso. Ajuda a purificar o sangue e fortalecer o sistema imunológico. Cada 100 g de inhame cozido fornecem 118 calorias, na sua maioria proveniente de carboidratos, cerca de 28 g. Encontramos também 1,5 g de proteína, 3,9 g de fibras e uma quantidade insignificante de gordura (0,2g). Os tubérculos são uma excelente fonte de fibras solúveis. Eles apresentam um pouco de vitamina A e betacaroteno, quantidades significativas de vitamina C e são ricos em vitaminas do complexo B (tiamina, riboflavina, niacina, ácido pantotênico, piridoxina e ácido fólico). Com relação aos minerais, possuem potássio, ferro, cálcio, fósforo, magnésio e cobre. O inhame tem um fito-hormônio chamado diosgenina ajuda a minimizar os efeitos causados pela menopausa como “calores”, irritação, cólicas, sendo um bom alimentos para mulheres nessa fase. A ação da diosgenina contra a gordura também facilita a eliminação do colesterol ruim (LDL) e aumentar o colesterol bom (HDL). 100 gramas de inhame tem média de 120 calorias e a quantidade a ser consumida varia e depende de vários fatores, vai de acordo com a individualidade de cada um! Sempre importante consultar um nutricionista para indicar qual a melhor quantidade! Bolinho de Inhame Ingredientes: 80g (uma xícara mais ou menos) de inhame cozido e ralado (cozinhe em água deixando “al dente”) 2 colheres de sopa de farinha de linhaça (ou 1 colher de sopa de psyllium ou 2 de chia ou 1 ovo) 1 colher de sopa de farinha de arroz integral, ou de amaranto, ou de sorgo ou de aveia 1 colher de sopa de azeite 1 pitada de sal rosa tempero a gosto (pode ser tempero verde picado, temperos secos tipo açafrão, páprica, etc) o quanto baste de água para dar liga (é pouco, mas vai variar das suas escolhas de farinha e da textura que esta o seu inhame ou outra opção) Modo de preparo: Rale o inhame no ralador fino ou grosso, não irá influenciar muito, adicione os outros ingredientes e misture, adicione a água aos poucos. A massa fica homogênea e molinha porém fácil de moldar. Agora é só fazer umas bolinhas e por na assadeira para assar em forno alto até dourar os dois lados (vire para tostar o outro lado caso você não tenha grill). Nutricionista Carina Melo – Pós-graduada em Nutrição Clínica – Centro Universitário São Camilo; – Pós-graduanda em Nutrição Esportiva Funcional – Instituto VP Consultoria Nutricional; – Curso de Extensão Universitária em Cozinha Italiana – Senac parceria Alma – La Scuola Internazionale di Cucina Italiana – Itália – 2013; – Graduada em Tecnóloga em Gastronomia pela Universidade Anhembi Morumbi – 2012; – Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo – 2009. Contato: 11 98512-7097/ 3876-4440  

TEMPEROS NATURAIS

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Os TEMPEROS NATURAIS podem ajudar muito na dieta por acrescentarem mais sabor às refeições e além disso, muitos são ótimas fontes de fitoquímicos, antioxidantes e substâncias que auxiliam no bom funcionamento do corpo. Alguns exemplos são: orégano, manjericão, salsa, cebolinha, coentro, cravo, canela, cardamomo, alho, alecrim, anis, todos os tipos de pimentas, açafrão, cúrcuma, gengibre. Frescos, desidratados ou em pó, todos podem e devem ser usados diariamente! Limão e vinagre para temperar salada, por exemplo, acrescentam sabor sem acrescentar calorias e reduzem a necessidade de sal, além de ajudarem na digestão. Gengibre, cardamomo e pimenta agem acelerando o metabolismo. Cúrcuma é um poderoso anti-inflamatório natural, orégano é antifúngico e canela, além de ser super aromática, ajuda na compulsão alimentar e no controle da glicemia.Todos tem muitos benefícios, além do sabor! Já os TEMPEROS PRONTOS, existem algumas marcas com mix de especiarias em sua maioria  são péssimas opções e tem glutamato monossódico na composição (componente neuro tóxico que pode causar dor de cabeça e perda de memória, entre outros). Sempre leia os rótulos e, na dúvida, não consuma! Prefira os naturais, se você tiver um espacinho no jardim, até você mesmo pode cultivar alguma dessas opções de temperos.   TEMPERO PARA LEGUMES Os legumes são fontes de fibras e de nutrientes. Nem todos gostam desse grupo alimentar, mas ele deve fazer parte de uma alimentação variada. Para deixar as preparações com legumes mais gostosas, abuse dos temperos naturais para dar um sabor especial. Veja os principais: Salsa (salsinha): é fonte de nutrientes, como betacaroteno e vitamina C. Cebola: ação antioxidante, antiviral e digestiva. Louro: estimula o apetite e ajuda na digestão.   Nutricionista Carina Melo – Pós-graduada em Nutrição Clínica – Centro Universitário São Camilo; – Pós-graduanda em Nutrição Esportiva Funcional – Instituto VP Consultoria Nutricional; – Curso de Extensão Universitária em Cozinha Italiana – Senac parceria Alma – La Scuola Internazionale di Cucina Italiana – Itália – 2013; – Graduada em Tecnóloga em Gastronomia pela Universidade Anhembi Morumbi – 2012; – Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo – 2009.      

MOUSSE PROTEÍCA DE AVOCADO

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Além de ser uma opção de sobremesa deliciosa e fácil de fazer, é fonte maravilhosa de Coenzima Q10 e gorduras do tipo monoinsaturada, que ajuda a controlar os níveis de colesterol no sangue e a reduzir o risco de doenças cardiovasculares. Ingredientes: 1 avocado ou abacate maduro; 2 doses (Scoops – medidas) de proteína isolada sabor chocolate ou opte por cacau orgânico; Essencia de Baunilha orgânica a gosto; 2 colheres de sopa de Xylitol ou estévia caso necessário. Modo de preparo: Leve todos os ingredientes ao liquidificador e bata o suficiente para ficar homogêneo. Despeje o conteúdo em tacinhas individuais e deixe no freezer até ficar com consistência mais rígida.   Nutricionista Carina Melo – Pós-graduada em Nutrição Clínica – Centro Universitário São Camilo; – Pós-graduanda em Nutrição Esportiva Funcional – Instituto VP Consultoria Nutricional; – Curso de Extensão Universitária em Cozinha Italiana – Senac parceria Alma – La Scuola Internazionale di Cucina Italiana – Itália – 2013; – Graduada em Tecnóloga em Gastronomia pela Universidade Anhembi Morumbi – 2012; – Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo – 2009. Contato: 11 98512-7097/ 3876-4440  

ENTENDA PARA QUE SERVE O BCAA

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BCAA´s (Branched Chain Amino Acids) ou aminoácidos de cadeia ramificada são os três aminoácidos essências (que não são produzidos pelo nosso organismo): L-Valina, L-Leucina  e  L-Isoleucina. Os aminoácidos são moléculas que dão origem às proteínas, por isso são muito importantes para nós. O corpo humano sintetiza proteína para convertê-la em tecido muscular. As proteínas que ingerimos são compostas por aminoácidos individuais, neles encontramos o grupo dos aminoácidos essenciais, que o corpo não é capaz de produzir internamente e, por isso, tem de ser obtido através da alimentação. Esses aminoácidos não necessitam ser digeridos e vão diretamente para a corrente sanguínea, para serem logo utilizados pelas células musculares. Existem 9 aminoácidos essenciais: Histidina, Isoleucina, Lisina, Metionina, Fenilalanina, Triptofano e Valina. Depois, temos os aminoácidos não-essenciais, que podem ser produzidos internamente no nosso organismo, utilizando os 9 aminoácidos essenciais como matéria-prima. Dentro dos aminoácidos essenciais, temos os BCAA, ou Aminoácidos de Cadeia Ramificada, um grupo especial de 3 aminoácidos específicos, é indicado para quem pratica atividades físicas, pois, durante o exercício, o corpo pode entrar em estado catabolico que precisa se abastecer caso o organismo não encontre esses nutrientes, ele automaticamente retira os aminoácidos presentes nos músculos para suprir a demanda do corpo por energia (que é o que chamamos de estado catabolico ou catabolismo), o que resulta na perda de massa muscular. De acordo com numerosas pesquisas clínicas, existem duas coisas que são particularmente catabólicas, ou seja, levam à degradação dos músculos. Essas coisas são o exercício intenso e/ou a dieta. Os atletas que praticam esportes de alta intensidade sujeitam seu corpo a um estresse muscular extremo, causando dano em suas células. Dessa forma, o músculo é, de fato, destruído durante o treino. No que diz respeito à dieta, quanto mais magro um indivíduo tenta ficar, mais difícil é manter a massa muscular intacta. À medida que as reservas de gordura se esgotam, o corpo procura novas fontes de energia para não perder o pouco que resta das reservas. Ao fazer isso, o corpo recorre ao músculo, decompondo o tecido magro para o converter em energia. Aqui que os BCAA entram, visto serem extremamente eficazes na promoção da síntese protéica, assegurando que você ganhe mais músculo do que aquele que utiliza. BCAA ajuda no ganho da massa magra além de diminuir inflamações e reduzir o risco de lesões em atividades intensas conforme alguns estudos da área. Mas qual a quantidade ideal? Varia de 2000mg a 8000mg, dependendo da atividade e do individuo. Sempre importante procurar um nutricionista esportivo que possa ajudar a orientar sobre o consumo, pois em excesso pode gerar interferência no sono. irritabilidade e alterações de humor. Cada um tem um biótipo e uma individualidade bioquímica, então é super importante ter um plano feito exatamente para você. Nutricionista Carina Melo – Pós-graduada em Nutrição Clínica – Centro Universitário São Camilo; – Pós-graduanda em Nutrição Esportiva Funcional – Instituto VP Consultoria Nutricional; – Curso de Extensão Universitária em Cozinha Italiana – Senac parceria Alma – La Scuola Internazionale di Cucina Italiana – Itália – 2013; – Graduada em Tecnóloga em Gastronomia pela Universidade Anhembi Morumbi – 2012; – Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo – 2009. Contato: 11 98512-7097/ 3876-4440

FRUTOSE X ATIVIDADE FÍSICA

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O consumo exagerado de frutose na dieta pode ser uma das maiores razões para dificuldade em emagrecer, entenda por que! O QUE É? A frutose é derivada do açúcar das frutas, da sacarose e do xarope de milho, que contém frutose concentrada. ONDE SE ENCONTRA? Alimentos processados com frutose/xarope de milho adicionados, frutas e consumo exagerado de suco de frutas. COMO FUNCIONA? Após a ingestão, a frutose é absorvida rapidamente e levada para o fígado. Depois é transformada em glicose e utilizada para energia, e em seguida, armazenada como glicogênio hepático, ou é transformada em gordura. Portanto, ingerir em excesso esses alimentos não é indicado, é preciso ter equilíbrio das escolhas. Entre escolher um suco industrializado e um suco natural com certeza o natural é a melhor escolha, mas sem exagerar. A frutose é um nutriente que pode trazer malefícios não só a nós praticantes de musculação e esportes, mas a população em geral, se for mal usada e mal aproveitada. Precisamos ficar de olhos abertos para este mal e evitar produtos como xaropes a base de frutose, aromatizantes, adoçantes com base de frutose e qualquer alimento sintético que tenha a base deste nutriente. Muitos quando leram o título, devem ter pensando na frutose vinda das frutas. Esse tipo de frutose, em excesso pode acabar tendo os mesmos malefícios, mas as frutas não devem ser deixadas de lado, visto que elas podem ser importantes para um bom equilíbrio na alimentação, fornecendo importantes nutrientes e sais minerais. A frutose, para nós praticantes de musculação e esportes, pode ser a pedra no caminho para a perda de gordura por exemplo, visto que ela esta largamente associada ao aumento de gordura corpórea e na diminuição da massa muscular. Eles são os nutrientes do trabalho muscular por excelência. Na questão da performance, pode acabar acarretando uma perda na performance durante o treino, devido a fatores como enjôo, tonturas e etc. Então se você esta fazendo uma boa alimentação, cumprindo com a maioria de suas necessidades e não consegue aumentar seu rendimento ou otimizar sua perda de gordura, dê uma olhada no quanto de frutose você vem ingerindo. FRUTAS COM POUCA FRUTOSE: Maracujá, limão, acerola… Que são menos doces. Uma boa dica para saber, é exatamente ir pelo sabor, quanto mais docinha a fruta maior teor de frutose e maior o cuidado para não exagerar neste consumo. Nutricionista Carina Melo – Pós-graduada em Nutrição Clínica – Centro Universitário São Camilo; – Pós-graduanda em Nutrição Esportiva Funcional – Instituto VP Consultoria Nutricional; – Curso de Extensão Universitária em Cozinha Italiana – Senac parceria Alma – La Scuola Internazionale di Cucina Italiana – Itália – 2013; – Graduada em Tecnóloga em Gastronomia pela Universidade Anhembi Morumbi – 2012; – Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo – 2009. Contato: 11 98512-7097/ 3876-4440